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Fotos atuais de brigitte bardot

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Discutir sobre a Ditadura e suas conseqüências para a sociedade brasileira; Entender como a música firmou-se como uma forma de protesto para extravasar a liberdade de expressão amordaçada. Comparar as criações musicais da época e com as músicas de protestos contemporâneas de interesse dos alunos.

Identificar o conhecimento deles sobre essa fase da história e relacionar com as músicas que eles ouvem atualmente.

A história precisa ser trabalhada como algo dinâmico, vivo, dessa forma a capacidade de relações entre passado e futuro fica evidente para os alunos. Essa seqüência de atividade visa unir a linguagem do vídeo à linguagem musical para levar os alunos a entenderem a essência da ditadura e o que isso significou para a sociedade brasileira.

Seqüência didática:

1. “O Regime Militar (Ditadura) foi instaurado pelo golpe de Estado de 31 de março de 1964. Estende-se até o final do processo de abertura política, em 1985. É marcado por autoritarismo, supressão dos direitos constitucionais, perseguição policial e militar, prisão e tortura dos opositores e pela censura prévia aos meios de comunicação.”
Fonte:http://paginas.terra.com.br/arte/mundoantigo/ditadura/

Utilize essa atividade para identificar o conhecimento que os alunos já têm sobre o tema e o que precisa ser lapidado.


2. Disponibilize para os alunos o recurso de vídeo que mostra um panorama da ditadura nas palavras de Boris Fausto, um historiador, que com palavras simples e contundentes nos leva para uma outra época da história brasileira.

 


3. Peça para os alunos pesquisarem o que foi o AI- 5.
4. Qual foi o papel que muitos estudantes desempenharam na ditadura?
5. Proponha um desafio: o aluno deverá colocar-se como um estudante da época da ditadura e registrar esse momento em uma página de um diário. Para fomentar a criatividade, leia um trecho do livro de Anne Frank. Indique sites para que eles possam ler sobre o assunto e tornar a atividade o mais verossímil possível.
6. Faça sessões de cinema: Sugestões:
O ano em que meus pais saíram de férias;
Cabra-cega
Zuzu Angel
Lamarca
O que é isso companheiro?
Ação entre Amigos; Beto Brant, 1998
Barra 68, Sem Perder A Ternura; Vladimir Carvalho, 2000
Bom Burguês, O; Oswaldo Caldeira, 1979
Bye Bye Brasil; Cacá Diegues, 1979
Cabra Marcado Para Morrer; Eduardo Coutinho, 1964/84
Eles não Usam Black-Tie; Leon Hirszman, 1981
Hora e a Vez de Augusto Matraga, A; Roberto Santos, 1965
Jango; Silvio Tendler, 1984
Lamarca; Sérgio Rezende, 1994
Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia; Hector Babenco, 1977
Nunca Fomos Tão Felizes; Murilo Salles, 1983
Pra Frente, Brasil; Roberto Farias, 1983
Que Bom Te Ver Viva; Lúcia Marat, 1989
Que É Isso, Companheiro, O; Bruno Barreto, 1997
Terra Em Transe; Glauber Rocha, 1967
Fonte:

A cada sessão converse com os alunos, valide conhecimentos, opiniões, discordâncias, etc. O importante é alimentar o debate de boas idéias. É necessário também ter assistido o filme proposto anteriormente para fazer boas intervenções para os alunos.
7. Peça para os alunos em roda lerem seus diários fictícios.
8. Traga um rádio e letras de músicas, para os alunos interpretarem o sentido das canções.

Sugestões:


Cálice Chico Buarque de Holanda
Apesar de você Chico Buarque de Holanda
Roda viva Chico Buarque de Holanda
O bêbado e o equilibrista Elis Regina
Para não dizer que não falei das flores Geraldo Vandré
Alegria alegria Caetano Veloso
É proibido proibir Caetano Veloso

9. Indique que os alunos tragam músicas de protesto atuais.
10. Debata as letras das músicas trazidas pelos alunos e contextualize a contemporaneidade dos fatos.


Apesar de você
Chico Buarque de Holanda

(Crescendo) Amanhã vai ser outro día x 3

Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão, não.
A minha gente hoje anda
Falando de lado e olhando pro chão.
Viu?
Você que inventou esse Estado
Inventou de inventar
Toda escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar o perdão.

(Coro) Apesar de você
amanhã há de ser outro dia.
Eu pergunto a você onde vai se esconder
Da enorme euforia?
Como vai proibir
Quando o galo insistir em cantar?
Água nova brotando
E a gente se amando sem parar.

Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento
Vou cobrar com juros. Juro!
Todo esse amor reprimido,
Esse grito contido,
Esse samba no escuro.

Você que inventou a tristeza
Ora tenha a fineza
de “desinventar”.
Você vai pagar, e é dobrado,
Cada lágrima rolada
Nesse meu penar.

(Coro2) Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia.
Ainda pago pra ver
O jardim florescer
Qual você não queria.

Você vai se amargar
Vendo o dia raiar
Sem lhe pedir licença.

E eu vou morrer de rir
E esse dia há de vir
antes do que você pensa.
Apesar de você

(Coro3)Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia.
Você vai ter que ver
A manhã renascer
E esbanjar poesia.

Como vai se explicar
Vendo o céu clarear, de repente,
Impunemente?
Como vai abafar
Nosso coro a cantar,
Na sua frente.
Apesar de você

(Coro4)Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia.
Você vai se dar mal, etc e tal,
La, laiá, la laiá, la laiáÂ…Â….

 

 

Roda Viva
Chico Buarque de Holanda

Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu...

A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino prá lá ...

Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração...

A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a roseira prá lá...

Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração...

A roda da saia mulata
Não quer mais rodar não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou...

A gente toma a iniciativa
Viola na rua a cantar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a viola prá lá...

Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração...

O samba, a viola, a roseira
Que um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou...

No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a saudade prá lá ...

Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração...(4x)


É proibido proibir
Caetano Veloso

A mãe da virgem diz que não
E o anúncio da televisão
E estava escrito no portão
E o maestro ergueu o dedo
E além da porta
Há o porteiro, sim...

E eu digo não
E eu digo não ao não
Eu digo: É!
Proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir...

Me dê um beijo meu amor
Eles estão nos esperando
Os automóveis ardem em chamas
Derrubar as prateleiras
As estantes, as estátuas
As vidraças, louças
Livros, sim...

E eu digo sim
E eu digo não ao não
E eu digo: É!
Proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir...

Me dê um beijo meu amor
Eles estão nos esperando
Os automóveis ardem em chamas
Derrubar as prateleiras
As estátuas, as estantes
As vidraças, louças
Livros, sim...

E eu digo sim
E eu digo não ao não
E eu digo: É!
Proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir...


Alegria alegria- Caetano Veloso

Caminhando contra o vento
Sem lenço e sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou...

O sol se reparte em crimes
Espaçonaves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou...

Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bomba e Brigitte Bardot...

O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou...

Por entre fotos e nomes
Os olhos cheios de cores
O peito cheio de amores vãos
Eu vou
Por que não, por que não...

Ela pensa em casamento
E eu nunca mais fui à escola
Sem lenço e sem documento,
Eu vou...

Eu tomo uma coca-cola
Ela pensa em casamento
E uma canção me consola
Eu vou...

Por entre fotos e nomes
Sem livros e sem fuzil
Sem fome, sem telefone
No coração do Brasil...

Ela nem sabe até pensei
Em cantar na televisão
O sol é tão bonito
Eu vou...

Sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou...

Por que não, por que não...
Por que não, por que não...
Por que não, por que não...
Por que não, por que não...


Elis Regina
O Bêbado e o Equilibrista

Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto
Me lembrou Carlitos...

A lua
Tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria
Um brilho de aluguel

E nuvens!
Lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas
Que sufoco!
Louco!
O bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil
Prá noite do Brasil.
Meu Brasil!...

Que sonha com a volta
Do irmão do Henfil.
Com tanta gente que partiu
Num rabo de foguete
Chora!
A nossa Pátria
Mãe gentil
Choram Marias
E Clarisses
No solo do Brasil...

Mas sei, que uma dor
Assim pungente
Não há de ser inutilmente
A esperança...

Dança na corda bamba
De sombrinha
E em cada passo
Dessa linha
Pode se machucar...

Asas!
A esperança equilibrista
Sabe que o show
De todo artista
Tem que continuar...


Geraldo Vandré
Para não dizer que não falei das flores

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(4x)

 

http://www.culturabrasil.pro.br/ditadura.htm http://www.historiadobrasil.net/ditadura/ http://www.memoriaestudantil.org.br/main.asp?Team=%7B6CB6B3C4-B6BF-4D56-8B2E-286CD15F2893%7D http://www.mundosites.net/historiadobrasil/ditaduramilitar.htm

Relacione a primeira produção dos alunos em comparação com o diário fictício que cada um irá criar e identifique os avanços. Identifique a capacidade dos alunos relacionarem as músicas de protesto da época às contemporâneas.





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